SESI-SP traz a mostra Cinema e Trabalho

 Confira a Programação de Filmes no SESI

cine sess

O SESI-SP traz a mostra Cinema e Trabalho que aborda as transformações ocorridas no mundo do trabalho face às sucessivas ondas de renovação tecnológica. Os profissionais autônomos, que viram seus ofícios desaparecerem com o tempo ou então ganharem mais destaque, também são lembrados. Uma série de filmes de diferentes épocas e lugares revelam, através de um diálogo do presente com o passado, o quanto as relações entre Capital e Trabalho vêm se modernizando no mundo ocidental.

A Classe Operária Vai ao Paraíso – Itália, 1971, legendado em português

a classe ope

 14 — Não recomendado para menores de 14 anos

 Lulu Massa, o operário-padrão de uma fábrica, trabalha duro para conseguir bônus e, assim, desperta a antipatia dos colegas. Após sofrer um acidente de trabalho, ele, que era consumido pelo capital e deixava-se consumir pelo trabalho, passa a questionar o sistema de produção da indústria e envolve-se com grupos políticos e revolucionários. Subir na carreira, garantir o básico e almejar pequenas tentações da sociedade de consumo ou arriscar-se na luta por um mundo com menor desigualdade social? Esse impasse ideológico de muitos trabalhadores é o mote do premiado A Classe Operária Vai ao Paraíso, uma das obras mais importantes do cinema político italiano, vencedor da categoria Melhor Filme no Festival de Cannes de 1972. Drama, 125 min.

 Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso 3/julho quarta 20h30

 Boleiros — Era uma Vez o Futebol – Brasil, 1998

boleiros

L — Livre para todos os públicos

Em um bar de São Paulo, como acontece em quase todas as tardes, está reunido um grupo de ex-jogadores de futebol que se encontram para relembrar antigas glórias e histórias curiosas do tempo em que ainda eram profissionais desse esporte. Comédia, 93 min.

Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso 24/julho quarta 20h30

 Domésticas — O Filme – Brasil, 2001

domesticas

14 — Não recomendado para menores de 14 anos

 No meio da nossa sociedade existe um Brasil notado por poucos. Um país formado por pessoas que, apesar de morarem dentro de sua casa e fazerem parte de seu dia a dia, é como se não estivessem lá. Cinco das integrantes dessa nação são mostradas em Domésticas — O Filme: Cida, Roxane, Quitéria, Raimunda e Créo. Uma quer se casar, a outra é casada mas sonha com um marido melhor. Uma almeja ser artista de novela, a outra acredita que tem por missão na Terra servir a Deus e a sua patroa. Todas têm sonhos distintos, mas vivem a mesma realidade: trabalhar como empregada doméstica. Comédia, 85 min. 

Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso 31/julho quarta 20h30

 Eles não Usam Black-Tie –  Brasil, 1981

eles nao usam

14 — Não recomendado para menores de 14 anos

Além de seu valor artístico e estético, o filme registra — através da história fictícia de Otávio, líder sindical, e seu filho Tião, jovem operário — o cotidiano da classe trabalhadora e a greve dos metalúrgicos de São Paulo em 1979, no período final da ditadura militar no Brasil (1964-1985). A velha contradição entre o Capital e o Trabalho — mostrando vidas em que o trabalho é pesado e o dinheiro é escasso — dá base para a história, que gira em torno da relação conflituosa entre os dois personagens. Drama, 120 min.

 Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso 10/julho quarta 20h30

 Metrópolis – Alemanha, 1927, legendado em português

metropolis

 

L — Livre para todos os públicos

 Metrópolis, no ano 2026, é uma cidade dividida em duas: o Jardim dos Prazeres, na superfície, onde vivem poderosos e pensadores, e a Cidade dos Operários, bem abaixo desse paraíso, habitada por trabalhadores em regime de escravidão. Freder, filho único de Joh Fredersen, criador e governador dessa metrópole, leva uma vida idílica, desfrutando dos maravilhosos jardins. Um importante cientista cria um robô à imagem do homem, que nunca se cansa ou comete erros, e diz que, a partir de então, não haverá necessidade de trabalhadores humanos, pois haverá um autômato que ninguém conseguirá diferenciar de um ser vivo. Animado, Joh ordena que ele o construa à imagem de Maria, uma operária pacifista, para que, assim, a máquina possa se infiltrar entre os trabalhadores e semear a discórdia entre eles, destruindo a confiança que sentem por ela. Mas o governador não poderia imaginar que Capital e Trabalho se reconciliariam no amor de Freder pela verdadeira jovem. Ficção Científica, 153 min.

 Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso 11/junho terça 20h30 

Mostra de Curtas Cinema e Trabalho 

curtas de cinema

Antonio Ribeiro dos Santos, Cearense, RG 674.230 – Brasil, 1984

L — Livre para todos os públicos

Um dia na vida de Antonio, operário não especializado, que trabalha numa indústria de artefatos de borracha. Atuando em posto fixo, faz durante o dia inteiro movimentos repetitivos com os braços, ocupando espaço muito maior do que o cômodo da casa onde vive com mulher e filhos. Produção incluída em dissertação de mestrado da PUC de São Paulo, apresentada por Vera Lúcia Bastazin e orientada por Décio Pignatari.

Documentário, 15 min
Direção: Gregório Bacic

 Chapeleiros – Brasil, 1984

L — Livre para todos os públicos

Flagrantes de trabalhadores de uma chapelaria do início do século. A singular entrada na fábrica, o contato direto com os chapéus, o ritmo das máquinas, dos trabalhos manuais, o horário precioso do almoço, as silhueta dos corpos e outros detalhes do cotidiano.

Documentário, 24 min
Direção: Adrian Cooper 

Construção – Brasil, 2007

L — Livre para todos os públicos

A cidade de São Paulo em seu contínuo processo de construção e desconstrução, vista a partir do microcosmo de um canteiro de obras, seus trabalhadores e as várias máquinas em plena atividade.

Documentário, 48 min
Direção: Cristiano Burlan

Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso 17/julho quarta 20h30

O Fim do sem Fim – Brasil, 2000 fim

L — Livre para todos os públicos

 No documentário de Beto Magalhães, Cao Guimarães e Lucas Bambozzi, o foco é o iminente desaparecimento de certos ofícios e profissões no Brasil. Rodado em 16mm, Super-8 e DV nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Ceará, o filme retrata a inventividade e resistência do brasileiro diante das mudanças tecnológicas e culturais. Partindo do debate entre a finalidade e o fim das coisas, as evoluções são discutidas pelos próprios indivíduos retratados. Documentário, 94 min. 

Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso 14/agosto quarta 20h30

 Sábado – Brasil, 1994

sabado

12 — Não recomendado para menores de 12 anos

 Sábado na cidade de São Paulo. Uma equipe de publicidade ocupa o saguão do antigo Edifício das Américas, no centro da cidade, para a gravação de um comercial. Mas um elevador quebrado obriga o grupo e os moradores a dividirem o mesmo espaço. Desse convívio forçado surgem pequenos incidentes que tornam esse dia diferente de qualquer outro. Comédia, 85 min.

Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso 7/agosto quarta 20h30

São Paulo Sociedade Anônima – Brasil, 1965 

sociedade

12 — Não recomendado para menores de 12 anos

 A instalação de indústrias automobilísticas estrangeiras no Brasil durante a euforia desenvolvimentista, no final dos anos 1950, trouxe grandes mudanças na sociedade e na organização do trabalho. Carlos (Walmor Chagas), um jovem da classe média paulistana, começa a trabalhar numa grande empresa e depois aceita um cargo numa fábrica de autopeças, na qual é promovido a gerente. Carlos torna-se um típico chefe de família da sociedade industrial: trabalha muito, ganha bem, consome bens da indústria, mas, sem um projeto de vida que o satisfaça, vive insatisfeito e quer desistir. Drama, 111 min.

Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso 26/junho quarta 20h30

Tempos Modernos | Modern Times – Estados Unidos, 1936, legendado em português

tempos modernos

L — Livre para todos os públicos

 O filme é uma sátira à vida em uma sociedade industrial e consumista. Trump (Chaplin) confronta-se com todas as invenções desumanas de uma fábrica. A crítica não é só à mecanização, mas também a outras questões sociais da época: ele é preso a toda hora, confundido com comunistas, grevistas ou por qualquer motivo tolo; seu romance com uma jovem órfã é impedido pelas autoridades; para todo esforço parece haver um empecilho por parte do governo ou da sociedade. O filme foi um grande sucesso, mas, na época de seu lançamento, foi proibido na Itália e na Alemanha. Comédia, 89 min – Direção: Charlie Chaplin

 Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso 18/junho terça 20h30 

Av. Paulista, 1313
São Paulo SP – 01311-923
(11) 31467405
divulgacaoddc@sesisp.org.br
http://www.sesisp.org.br/centrocultural

 Para maiores informações, clique aqui

 

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